10 abril 2010

Tempo demais à espera!


Tempo demais há espera de gestos,
Manifestação de alguma coisa válida,
Diálogos ou apenas frases com conteúdo…Emoções positivas.
Alguma coisa que de pequena fosse enorme!
Mas só frieza ou ignorante prepotência.
Altivez de missão cumprida, da sabedoria universal.

 O tempo gastou os gestos do “faz de conta”

Desnudou o rosto..

Nem véu, nem burca…

As tuas certezas aí estão!
Um nada de tudo, o abismo cavado do desencanto,
A incapacidade de dissimular,
Frio só frio, a certeza de não sentir!
Mas…
Vem nos mesmos gestos, na mesma intenção do “faz de conta”
Olhos tristes de dor marcada e profunda, tresmalhado..
Enfaticamente pronúncia palavras de incompreensão

Tornou-se vitima ..
Ditadura do básico sentimento..

Aparente normalidade ..
Mas…

O tempo gastou os gestos do”faz de conta”..
Um nada de tudo…Do abismo gigantesco..
Na teia, confunde-se a presa e o predador.

Anatomia.
Originais 2009

1 comentário:

  1. haere mai24/4/10 23:00

    É um prazer e um previlegio visitar o teu espaço.

    Adorei este poema social exímio.

    Beijo azul

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